A Guerra do Contestado inaugurou no País a “era da aviação militar”. Foram utilizadas à época, três aeronaves, muito embora fossem cinco os aparelhos que tivessem sido transportados de trem, em 1914, desde o Rio de Janeiro até União da Vitória, na divisa do Paraná com Santa Catarina (dois dos aviões acabaram pegando fogo durante a viagem, atingidos por fagulhas expelidas pela locomotiva Maria Fumaça).
A jovem província paranaense ficou anos sob a ameaça de perder 30.621 quilômetros quadrados, período em que Brasil e Argentina disputavam a posse de uma região no Sudoeste paranaense e oeste de Santa Catarina, numa disputa que se tornou conhecida como “A Questão de Palmas”. A fronteira entre os dois países passaria, segundo o Tratado de Santo Ildefonso
Já no fim do Império, o menino Teixeira Soares, o engenheiro que havia dirigido a construção da ferrovia Curitiba/Paranaguá, obteve concessão para implantar uma estrada de ferro entre Itararé (SP) e Santa Maria (RS), cortando o Paraná e o Contestado. Ainda de quebra, Soares ganhou do governo brasileiro terras devolutas numa faixa de 30 quilômetros de cada lado do eixo da referida ferrovia.
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