ITAJAÍ CHEGA AOS 164 ANOS COMO POTÊNCIA DO PRESENTE DE OLHO NO FUTURO

Em comemoração ao aniversário de 164 anos de Itajaí, celebrado neste sábado (15), serão distribuídas cinco mil fatias de bolo à população. O corte do bolo será a partir das 15h, na Praça Vidal Ramos (Marco Zero),

Cúpula de Nairóbi gera compromissos para garantir direitos de mulheres e meninas no mundo

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Cúpula de Nairóbi foi concluída na semana passada na capital queniana com compromissos para acabar com todas as mortes maternas no mundo, assim como atender as necessidades de contracepção e de combate à violência de gênero e práticas nocivas contra mulheres e meninas até 2030.

“A Cúpula de Nairóbi representa uma visão renovada da comunidade trabalhando em conjunto para agir e cumprir. Juntos, faremos dos próximos dez anos uma década de ação e resultados para mulheres e meninas, mantendo seus direitos e escolhas no centro de tudo o que fazemos”, disse a diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem.

A cúpula, convocada pelos governos do Quênia e da Dinamarca com o UNFPA, divulgou novos dados críticos sobre o custo de alcançar esses objetivos. Mobilizou mais de 1.200 compromissos de todo o mundo, incluindo bilhões de dólares em promessas de parceiros do setor público e privado.

Também ouviu a voz de comunidades em situação de vulnerabilidade, jovens e defensores de direitos, que foram capazes de envolver diretamente chefes de Estado e formuladores de políticas sobre como realizar os direitos e a saúde para todas as pessoas.

“A Cúpula de Nairóbi sobre a CIPD25 foi um enorme sucesso”, disse a diretora geral do Conselho Nacional de População e Desenvolvimento do Quênia, Josephine Kibaru-Mbae.

“Mas foi apenas um começo. Deixamos Nairóbi com um roteiro nítido de ações que todos devemos adotar para avançar na agenda da CIPD e transformar o mundo para mulheres e meninas.”

A cúpula foi aberta com o lançamento de uma nova pesquisa mostrando o preço para alcançar “três resultados transformadores” – zero mortes maternas, zero necessidade não atendida de contracepção e zero violência baseada em gênero e práticas nocivas contra meninas e mulheres – na próxima década.

O custo total para o mundo seria de 264 bilhões de dólares, de acordo com a análise do UNFPA e da Universidade Johns Hopkins, em colaboração com a Universidade de Victoria, a Universidade de Washington e a Avenir Health.

Os participantes da cúpula assumiram compromissos específicos e concretos para ajudar o mundo a alcançar esses objetivos ambiciosos, mas alcançáveis. Promessas foram feitas por governos, sociedade civil, grupos de jovens, organizações religiosas, universidades e muito mais.

Áustria, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Itália, Holanda, Noruega, Suécia e Reino Unido, juntamente com a Comissão Europeia, comprometeram cerca de 1 bilhão de dólares em apoio.

O setor privado também fez compromissos: Fundo de Investimento Infantil (CIF), Fundação Ford, Johnson & Johnson, Philips, Visão Mundial e muitas outras organizações anunciaram que mobilizarão cerca de 8 bilhões de dólares em novas promessas combinadas.

“Não haverá CIPD50. Mulheres e meninas em todo o mundo esperaram tempo suficiente para ter direitos e escolhas”, disse o embaixador Ib Petersen, enviado especial da Dinamarca para a CIPD25.

“Olhando para 2030, entramos agora em uma década de entrega, durante a qual falaremos e faremos com que todos respondam pelos compromissos que assumimos em Nairóbi.”

Mais de 9.500 delegados de mais de 170 países participaram desta cúpula radicalmente inclusiva, unindo-se à Declaração de Nairóbi, que estabelece uma agenda compartilhada para concluir o Programa de Ação da CIPD.

Do mesmo modo que a Conferência Internacional original de 1994 sobre População e Desenvolvimento no Cairo foi um ponto de virada para o futuro de mulheres e meninas, a Cúpula de Nairóbi será lembrada como um momento decisivo que desencadeou ações que salvaram vidas, levantaram milhões de mulheres e meninas, suas famílias e comunidades da exclusão e da marginalização, e permitiu que as nações aproveitassem o dividendo demográfico para aumentar suas economias, lembrou o UNFPA.

Redação
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