Na sessão desta terça-feira, 2 de dezembro, da Câmara Municipal de Itapema, houve um verdadeiro show de desinformação. O que deveria ser um momento dedicado à atividade legislativa com bons discursos, críticas construtivas, análise de emendas e votação de projetos transformou-se em um espetáculo de demagogia, marcado por brigas, desaforos, imputações infundadas e uma série de acusações falsas.
PRINCIPAIS FALAS DO VEREADOR (DESTACADAS)
“Mais um achaque ao cidadão itapemenses. O aumento de 5,92% na conta de água e esgoto. ”Decreto 123, de 1º de dezembro de 2025, do prefeito Alexandre Xepa, concedendo aumento da água e do esgoto.” “Cidade de Itapema que falta água todo verão… e o prefeito foi lá e autorizou mais um aumento.” “Está cheio de procurador lá na prefeitura… Contesta! Por que não contestou?” “Vereador que fala da Conasa toda sessão ficou quieto agora… fala do aumento que o teu prefeito deu pra Conasa. ”Esses trechos são fundamentais porque formam a base da narrativa falsa propagada pelo vereador.Por que as declarações de Saulo Ramos são falsas?
O que diz a Lei: reajuste ou aumento :
Reajuste: Recomposição inflacionária obrigatória. Base legal: Art. 9º, §2º, da Lei 8.987/95.
Aumento real de tarifa: Elevação acima da inflação (aqui não ocorreu). Dependeria de processo regulatório extraordinário — que não existiu.
Desinformação deliberada, não equívoco
Mesmo assim, espalhou uma versão fabricada, para:
Atacar outros vereadores é cortina de fumaça
Fato é fato: o reajuste não é do prefeito é do contrato de 2004, aprovado em 2024
O vereador induz a população ao erro ao sugerir “contestar” um reajuste obrigatório
A legislação de saneamento básico exige o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos.
Sugerir que o prefeito poderia “contestar” um reajuste previsto em contrato é desonesto e configura desinformação, pois tal atitude seria ilegal, geraria ação judicial, instabilidade no serviço e prejuízos milionários ao Município.
Nota da Redação: Fato é fato, tão logo, o reajuste não é do prefeito é do contrato de 2004, aprovado em 2024. A atual administração apenas executou o que já estava determinado antes de assumir. A fala de Saulo Ramos não tem base técnica, não tem base jurídica e não tem compromisso com a verdade. É retórica para desinformar, gerar tumulto e tentar transformar cidadãos desinformados em sua massa de manobra política.
Da redação




















