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Florianópolis lança protocolo de atenção às vítimas de violência sexual

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A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Rede de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência Sexual (Raivs), lança a nova versão do protocolo de atenção às vítimas de violência sexual da Capital. O protocolo deste ano prevê descrição dos locais de atendimento de acordo com a idade, sexo, além da expressão e identidade de gênero. Além destas atualizações, os protocolos em relação às testagens e medicações para infecções sexualmente transmissíveis também foram atualizados. 
 
As instituições parceiras seguem sendo a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Secretaria do Estado da Saúde, Secretaria de Estado da Segurança Pública de Santa Catarina e Conselho Tutelar de Florianópolis, além claro, da Prefeitura de Florianópolis. 
 
O protocolo municipal orienta companhamento multiprofissional, intersetorial e longitudinal realizado pelas equipes de saúde, seja no âmbito hospitalar ou na Atenção Primária à Saúde e normatiza a atenção às pessoas em situação de violência sexual nos Serviços Especializados de Referência da Saúde nas primeiras 72 horas. O rápido atendimento visa acolher, encaminhar e tratar pessoas vítimas de violência sexual em Florianópolis.
 
Como denunciar violência Sexual:
 
Todas as forças policiais recebem denúncias de violência sexual. Além destas, especificamente a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, a Mulher e ao Idoso da Capital – 6ª DP (Rua Delminda Silveira, 811, Agronômica) ou o número (48) 3665-6528, também podem ser acionados.
 
As denúncias também podem ser feitas pelo Disque Denúncia Nacional – Disque 100. Em situação de emergência, também deve ser acionada a Polícia Militar pelo número 190.
 
Além da violência sexual, o Disque 100 recebe denúncias de violência física, psicológica, negligência, pornografia e todas as demais questões que geram violação ou ameaça às crianças e adolescentes. A ligação para o Disque 100 é gratuita e anônima, ou seja, o denunciante não precisa se identificar. As ligações para as sedes e plantões celulares do Conselho Tutelar podem ser feitas a cobrar.
 
Onde procurar ajuda?
 
Pessoas vítimas de violência sexual, devem procurar atendimento nas primeiras 72 horas após a violência sexual para que se recebam todos os atendimentos necessários. Crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, de ambos os sexos devem procurar o Hospital Infantil Joana de Gusmão ou a Emergência Pediátrica do Hospital Universitário.  Homens transgêneros ou transsexuais e mulheres transgêneros de 15 anos ou mais podem ser atendidos na Emergência Ginecológica do Hospital Universitário. Já mulheres cisgêneros devem ser atendidas na Maternidade Carmela Dutra, além da Emergência Ginecológica do Hospital Universitário, mesmo local de atendimento dos homens cisgêneros. Mulheres acima de 15 anos, podem ser atendida na Carmela Dutra ou no Hospital Universitário, os homens com mais de 15 anos no Hospital Universitário.


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