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JESUS NÃO DEIXOU NENHUMA RELIGIÃO, ESCRITOS, LIVROS OU LEIS

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“Ele cravou na cruz, quando disse está tudo consumado, nada mais havendo de ser feito por que, “Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21, 5), como isso, ele se tornou “o caminho, a verdade e a vida”

Jesus buscava imprimir, em todos os instrutores do evangelho do Reino, a sua única meta que era revelar Deus, para o homem individual, como o seu Pai — para conduzir esse homem individual a tornar-se consciente da sua filiação; e então apresentar esse mesmo homem a Deus, como o seu filho pela fé. Ambas essas revelações essenciais são realizadas em Jesus.

Ele tornou-se, de fato, “o caminho, a verdade e a vida”. A religião de Jesus era inteiramente baseada na sua vida de auto-outorga na Terra. Quando Jesus partiu deste mundo, ele não deixou para trás livros ou leis, nem outras formas de organização humana, ligadas à vida religiosa do indivíduo.

Jesus explicou claramente que tinha vindo para estabelecer relações pessoais e eternas com os homens, relações estas que teriam precedência sobre todas as outras relações humanas. E enfatizou que essa relação espiritual íntima, de comunhão, seria estendida a todos os homens, de todas as idades e de todas as condições sociais, dentre todos os povos. A recompensa única que ele tinha para os seus filhos era: neste mundo — uma alegria espiritual e a comunhão divina; no próximo mundo — uma vida eterna, de progresso nas realidades espirituais divinas do Pai do Paraíso.

Jesus colocou grande ênfase naquilo que chamava as duas verdades de primeira importância nos ensinamentos do Reino, sendo elas: alcançar a salvação pela fé, e apenas pela fé; e associá-la ao ensinamento revolucionário da realização da liberdade humana, por intermédio do reconhecimento sincero da verdade de que “vós conhecereis a verdade, e a verdade libertar-vos-á”. Jesus era a verdade manifestada na carne, e ele prometeu enviar o seu “Espírito da Verdade” aos corações de todos os seus filhos, depois do seu retorno ao Pai no céu.

Docemente, Jesus buscou levar aos apóstolos a verdade de que havia vindo, na sua missão de redimir o mundo do pecado, não para estabelecer um exemplo para umas poucas criaturas da Terra, mas para estabelecer e demonstrar um modo exemplar de vida humana para todos os povos de todos os mundos do seu universo inteiro. E esse modo de vida aproximou-se da mais alta perfeição, e mesmo da bondade final do Pai Universal. No entanto, os apóstolos não puderam compreender o significado das suas palavras e dos seus ensinamentos, nem mesmo nos dias atuais os homens mais cultos tem dificuldade de entender à missão de Jesus Cristo.

Jesus viveu como um homem, entre os homens; e compreendeu os homens, amou-os e sabia como comandá-los. Na sua vida pessoal, era tão humano, quanto incapaz de errar. E era sempre altruísta, era homem e ao mesmo tempo um Deus, mesmo sabendo desta condição, ele não usou de nenhum privilégio, poderes e de vantagens desnecessárias em detrimento do homem fragilizado pelas falhas do pecado e das imperfeições do tempo, mesmo pregado na cruz, o seu amor foi manifesto de forma inexplicável para qualquer criatura inteligente, “Pai, perdoa-lhes, pois eles não sabem o que fazem” (Lucas 23.34). Porém, ao dizer “perdoe estes que não sabem o que fazem”, ele está dizendo ao mesmo tempo: “Pai, não perdoe àqueles que sabem o que fazem, os sabendo da verdade depõem deliberadamente contra a soberania de Deus e violam o mandamento fraterno do amor ao próximo”!

O amor genuíno de Jesus pelos filhos de Deus, com a sua palavra, “está consumado” atravessou como um raio de bilhões de trilhões de megatons toda a vastidão do universo observável e nas partes mais longínquos do espaço exterior e liquidou em um só golpe a rebelião de Lúcifer e de todos aqueles que ousaram desencaminhar as humanidades e violar a soberania de Deus.   

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Portal do notícias Folha do Estado especializado em jornalismo investigativo e de denúncias, há 20 anos, ajudando a escrever a história dos catarinenses.
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