Óleo Solidário: projeto em Itapema ajuda no descarte do resíduo

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O descarte inadequado de óleo de cozinha na natureza é um problema ambiental sério que pode causar muitos impactos negativos. Por isso é importante adotar práticas responsáveis para o descarte correto como o envio para reciclagem.

Nunca descarte óleo de cozinha diretamente em ralos, pias ou lixo comum. A conscientização de todos sobre os impactos negativos do descarte inadequado é essencial para promover uma mudança de comportamento e proteger o meio ambiente.

Em Itapema estamos lançando o Projeto Óleo Solidário para ajudar no descarte correto do óleo de cozinha usado. É só separar o óleo usado em garrafas pet lacradas e disponibilizar para coleta. O valor da venda para reciclagem será doado para a Apae de Itapema.

 Conheça os problemas gerados pelo descarte incorreto

Poluição da água:

O óleo de cozinha é insolúvel em água e, portanto, quando é despejado em pias, ralos ou diretamente em corpos d’água, forma uma camada superficial que impede a oxigenação adequada da água. Isso afeta a vida aquática e pode resultar na morte de peixes, plantas aquáticas e outros organismos que dependem de um ambiente saudável.

Entupimento de tubulações:

O óleo de cozinha pode se solidificar quando esfria, formando depósitos gordurosos nas tubulações de esgoto. Isso pode acarretar entupimentos em sistemas de esgoto e problemas na rede interna dos imóveis.

                                                  Impactos na vida silvestre:

A ingestão acidental de óleo de cozinha por animais silvestres pode ser fatal. Além disso, a contaminação do habitat natural com óleo pode afetar negativamente a reprodução, a alimentação e o comportamento de diversas espécies.

                            Danos ao solo:

Quando o óleo é despejado no solo, ele pode afetar sua qualidade, tornando-o inadequado para o crescimento de plantas. O solo contaminado por óleo de cozinha pode levar anos para se recuperar e voltar a ser produtivo.

 

Dificuldades no tratamento de resíduos:

O óleo de cozinha é um contaminante difícil de ser tratado em estações de tratamento de esgoto. Sua presença pode dificultar os processos de purificação e exigir tratamentos especiais, o que aumenta os custos e a complexidade das operações de tratamento.

 

Redação
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Portal do notícias Folha do Estado especializado em jornalismo investigativo e de denúncias, há 20 anos, ajudando a escrever a história dos catarinenses.
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