POLÍCIA CIVIL DEFLAGRA SEGUNDA FASE DA OPERAÇÃO “ESTERCORAT”

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OPERAÇÃO “ESTERCO” SENDO REALIZADA NOS ESTADOS DO PARÁ, ESPÍRITO SANTO, PARANÁ E SANTA CATARINA

Policial Civil da DEIC em frente a um caminhão estacionado

Nesta quinta-feira, dia 4, a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais, deflagrou a 2ª fase da Operação “Estercorat”. A ação ocorreu nos estados do Pará, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina e teve como objetivo o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão.
Até o momento, na quinta-feira (4), oito pessoas foram presas, sendo três delas em Itajaí-SC; três em São José dos Pinhais, no Paraná; uma em Colatina, no Espírito Santo; e outra em Bacarena, no Pará.
A ação contou com o apoio logístico e operacional da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, através do Projeto M.O.S.A.I.C.O., viabilizando o trabalho integrado entre as Polícias Civis dos Estados de Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Pará, no enfrentamento à organização criminosa voltada a prática de furto e roubo de cargas e demais crimes conexos.
O delegado de Polícia Osnei Valdir de Oliveira, titular da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas, destacou a integração e cooperação das Polícias Civis dos estados que apoiaram e a importância do Projeto M.O.S.A.I.C.O., coordenado pela SENASP, além da troca de informações com a Polícia Rodoviária Federal de São Paulo.

                PRIMEIRA FASE DA OPERAÇÃO


Na primeira fase da operação, desencadeada no mês de novembro de 2022, foi realizada a prisão de três pessoas, com um total de cinco indiciados, e, na continuidade das investigações, verificou-se que se tratava de uma organização criminosa estruturada, que promovia a subtração de grandes quantidades de cargas, especialmente de fertilizantes, não só em Santa Catarina, mas também no Paraná e em outros estados.
Uma peculiaridade dessa organização criminosa é que, após o crime, seus integrantes falsificavam boletins de ocorrências com dados de delegacias de polícia dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, apresentando para as vítimas esses documentos contrafeitos, relatando falsos roubos. Além da falsificação de diversos documentos apresentados para os carregamentos, em alguns casos utilizavam caminhões clonados.
Após meses de investigações, foi comprovada a autoria de ao menos seis furtos de cargas praticados em Santa Catarina pelos integrantes da organização criminosa e que causaram prejuízo milionário para as empresas vítimas. Desde a deflagração da operação, já foram presas onze pessoas, além da apreensão de veículos de luxo e caminhões, documentos e dispositivos para o prosseguimento das investigações.

Redação
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