Por que razão os cidadãos patrocinam e votam em programas de governos sem observar os alicerces?

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Um governo sem planejamento é o mesmo que uma balsa furada, sem lemos, em direção a um precipício. Um gestor que formule um plano de governo com a intenção de governar, precisa observar a exequibilidade de cada uma das propostas a serem apresentadas.

Estes planos com iniciativa criativa e construtiva devem constar a participação dos cidadãos e deve reunir dados concretos do orçamento, capacidade de endividamento e sobretudo, legalidade, seria o mínimo básico para o plano fazer um encontro com as necessidades de um todo ou é natimorto.

Estes tipos de planejamento, sem observar este conjunto de anuências, tornam o portador improdutivo e inerte, fora da realidade de execução, um desencontro com a satisfação dos eleitores, que irão aprovar ou desaprová-lo. Todo programa de governo, e o planejamento motivador de conteúdos conjetural estratégico que englobam à vontade com a necessidade de fazer, que valida a satisfação dos associados e contribuintes e aos olhares dos céticos e pessimistas.

As palavras sem planejamento estratégico de um programa de gestão não têm valor, se as mesmas forem uma miragem, de “mirabolante”, são como “bronze que soa e címbalo que retine”. Restou esclarecer as razões que convencem os cidadãos a aprovarem nas urnas um programa de governo.

Existem várias explicações, primeira a mais danosa aos cidadãos, são as políticas de medo do outro, sem análise de extensão, profundidade e de fato, uma desconstrução dos meios que justificam os fins, em que o programa passa para num segundo andar, o debate passa a ser pessoal de (Quanti e Quali). O que isto quer dizer, que o cidadão perde o interesse no programa a ser implementado, e por esta razão, o julgador, “eleitor” não observar a figura concreta dos planos, metas, objetivo e capacidade da executividade de um programa.

O Segundo: o eleitor, são os que julgam, preferem fazer a escolha pela simpatia e numa vaga certeza que o agente autor do programa escolhido, irá executar as ações anotadas no Plano, que estorna do âmbito da execução para escolha simbólica de que a (sua escolha) tem uma melhor capacidade para governá-lo.

O Terceiro: o eleitor oportunista, aquele que busca uma oportunidade de explorar a ignorância do autor do programa, como ele sabe que a proposta é um estelionato, ele vê neste personagem, “político” a oportunidade de enganá-lo em troca de algum ou alguns benefícios, na verdade, ambos têm a consciência de um acordo de interesses será cumprindo (natimorto).

José Santana /jornalista e

Consultor em gestão privada e pública

 

 

 

Redação
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