PREFEITA NILZA PASSA UMA CARRASPANA NO PRESIDENTE DA AMFRI

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THE BRIDGE OF DISCORD

A PONTE DA DISCÓRDIA

          Na manhã desta segunda-feira (3), a prefeita de Itapema, Nilza Simas esclareceu sobre a interdição da ponte sobre o rio Perequê e falou das manifestações que ocorreram durante o final de semana. A ponte entre Porto Belo e Itapema foi totalmente interditada no dia 18 de março, após laudo técnico emitido pela Defesa Civil Estadual.
          Desde então, a população tem sentido dificuldades de locomoção. Comerciantes que têm seus negócios perto da ponte também relatam dificuldades e queda de até 80% no faturamento das empresas. A situação causou revolta e, no sábado (1°/4), dezenas de pessoas foram até a ponte solicitar a liberação do fluxo de veículos no trecho.
          Em entrevista logo cedo à Rádio Cidade, a Prefeita Nilza Simas afirmou que a discussão sobre a ponte agora está na fase da solução do problema. “A manifestação é legítima, todos tem o direito de se manifestar e sei da dificuldade que as pessoas estão tendo”, afirmou. De acordo com ela, a prefeitura já estava organizada para realizar a interdição sem maiores problemas para a população, no entanto, a condição da ponte piorou repentinamente. “Nós tínhamos um planejamento para a ponte, mas infelizmente não era para o mês de março”.
A prefeita Nilza Simas rebateu críticas do prefeito de Paulo Dallago Miller, prefeito de Bombinhas e também presidente da AMFRI, que além de, segundo ela, comentar erroneamente sobre a Ponte do 360, também se posicionou contrário ao projeto da Prefeitura de construção de uma nova travessia com recursos próprios e do Governo do Estado.

O QUE DISSE PAULINHO?

          Com relação à Ponte do Perequê, Paulinho explicou que esteve lá juntamente com os técnicos, que tiraram algumas fotos, e que a princípio observou que cair a ponte não cai, até porque, salientou, ela não tem rachaduras nas cabeceiras. Disse que observaram que a ponte tem alguns ferros aparentes, mas que aquela é uma ponte de concreto armado, e o que vale numa ponte são os pilares que a sustentam. E estamos falando de uma ponte com oito pilares.
         O presidente da Amfri ainda ressaltou que uma ponte como aquela, que deve ter uns 80 metros de extensão, geralmente quando é feita, se faz com seis pilares. Essa tem dois pilares a mais, portanto, muito robusta. Agora, a forma como foi feito, como foi trancado o trânsito sem ter um laudo consistente foi um absurdo. Uma tremenda loucura dos prefeitos. Eu, como prefeito de Bombinhas, que também sou afetado diretamente, e também como presidente da Amfri, não posso aceitar daquela forma. As filas na BR estão intermináveis, os comércios do Perequê vão quebrar, os da Meia Praia idem. Conversei com o prefeito Joel, liguei para a Nilza várias vezes, solicitando as fotos que eles dizem que tiraram dos pilares, inclusive debaixo d’água, e até agora não recebi, e já tem uma semana que estou pedindo. Estão me deixando no vácuo, mas até o fim da semana se a questão não for resolvida, vou botar a mão nisso aí. Eles podem até me xingar, mas vão ter que explicar porque pela ponte não podem passar nem carros nem motos, se por alI passa um duto que é muito mais pensado que isso. É tudo demagogia o que estão fazendo, estão zombando da cara da população. Por fim, disse que se até segunda-feira a questão não for resolvida, vamos meter a mão nisso aí…

A INTERDIÇÃO DA PONTE GERA PREOCUPAÇÃO

          A prefeita de Itapema, Nilza Simas esclareceu sobre a interdição da ponte sobre o rio Perequê e falou das manifestações que ocorreram durante o final de semana. A ponte entre Porto Belo e Itapema foi totalmente interditada no dia 18 de março, após laudo técnico emitido pela Defesa Civil Estadual. Desde então, a população tem sentido dificuldades de locomoção. Comerciantes que têm seus negócios perto da ponte também relatam dificuldades e queda de até 80% no faturamento das empresas. A situação causou revolta e, no sábado (1°/4), dezenas de pessoas foram até a ponte solicitar a liberação do fluxo de veículos no trecho.
          A Prefeita Nilza Simas afirmou que a discussão sobre a ponte agora está na fase da solução do problema. Disse que a manifestação é legítima, pois todos tem o direito de se manifestar e sabemos das dificuldades que as pessoas estão tendo. De acordo com ela, a prefeitura já estava organizada para realizar a interdição sem maiores problemas para a população, no entanto, a condição da ponte piorou repentinamente. “Nós tínhamos um planejamento para a ponte, mas infelizmente não era para o mês de março”. A prefeita rebateu críticas do prefeito de Paulo Dallago Miller, prefeito de Bombinhas e também presidente da AMFRI, que além de, segundo ela, comentar erroneamente sobre a Ponte do 360, também se posicionou contrário ao projeto da Prefeitura de construção de uma nova travessia com recursos próprios e do Governo do Estado.

Governador prometeu atender os pedidos de Itapema e Porto Belo

O QUE DISSE PAULINHO?

         Com relação à Ponte do Perequê, Paulinho explicou que esteve lá juntamente com os técnicos, que tiraram algumas fotos, e que a princípio observou que cair a ponte não cai, até porque, salientou, ela não tem rachaduras nas cabeceiras. Disse que observaram que a ponte tem alguns ferros aparentes, mas que aquela é uma ponte de concreto armado, e o que vale numa ponte são os pilares que a sustentam. E estamos falando de uma ponte com oito pilares.
         O presidente da Amfri ainda ressaltou que uma ponte como aquela, que deve ter uns 80 metros de extensão, geralmente quando é feita, se faz com seis pilares. Essa tem dois pilares a mais, portanto, muito robusta. Agora, a forma como foi feito, como foi trancado o trânsito sem ter um laudo consistente foi um absurdo. Uma tremenda loucura dos prefeitos. Eu, como prefeito de Bombinhas, que também sou afetado diretamente, e também como presidente da Amfri, não posso aceitar daquela forma. As filas na BR estão intermináveis, ops comércios do Perequê vão quebrar, os da Meia Praia idem. Conversei com o prefeito Joel, liguei para a Nilza várias vezes, solicitando as fotos que eles dizem que tiraram dos pilares, inclusive debaixo dágua, e até agora não recebi, e já tem uma semana que estou pedindo. Estão me deixando no vácuo, mas até o fim da semana se a questão não for resolvida, vou botar a mão nisso aí. Eles podem até me xingar, mas vão ter que explicar porque péla ponte não podem passar nem carros nem motos, se por alí passa um duto que é muito mais pensado que isso. É tudo demagogia o que estão fazendo, estão zombando da cara da população. Por fim, disse que se até segunda-feira a questão não for resolvida, vamos meter a mão nisso aí…

DECLARAÇÃO DEIXA A PREFEITA INDIGNADA

          Nilza disse que nunca foi até a Rádio falar dos problemas do Paulinho, que são tantos. E tascou: “O amigo, nós precisamos é de união, nós não precisamos de comemorar as vitórias ou as derrotas na política, ou principalmente fazer festa para comemorar a derrota ou a suplência do deputado Emerson, que é mais uma liderança para defender a região. Esse é o teu perfim colega, o perfil de um ser humano, do quanto pior, melhor. É o teu perfil fazer uma grande festa pra comemorar a derrota do próximo. É o teu perfil dizer que Santa Catarina elegeu o pior governador do Estado. Então, Paulinho, se coloca no seu lugar e entenda que você como presidente da Amfri não tem autonomia sobre os município, isso tambérm não te dá o direito de ponderar sobre as questões de Porto Belo e Bombinhas. Nós precisamos é de união para encontrar soluções. A solução nós arrumamos. Você não precisa chegar agora como “papagaio de pirata” aos 45′ do segundo tempo, se achando o Rei da Cocada Preta, que tem solução máquina para tudo. Pé no chão prefeito! Aí no seu município não tem nem transporte intermunicipal. Cuida um pouquinho mais de Bombinhas, que nem daquilo você não dá conta. Não é desaforando, mandando áudio, falando mal da Defesa Civil, desacreditando os técnicos e os engenheiros, são eles, não eu quem está dizendo que a Ponte está fechada. Não fique aí colocando gasolina na fogueira. Isso é feio. Nossa região precisa de união. Nós não precisamos de prefeitos feito você que faz festa debochando da suplência de um candidato que foi muito bem avaliado.
Não precisamos passar por situações como esta. A população precisa ser abraçada, preciosa de resolutividade, de união. E eu quero deixar aqui o meu compromisso, e dizer a todos vocês, que o estado de Santa Catarina, na pessoa do governador Jorginho Melo está conosco. Sobre o Coronel Luiz Armando Schroeder Reis (Secretário da Defesa Civil do Estado, que estava na linha com a prefeita), Nilza disse que também estavam juntos, e que ele nos garantiu que dentro de poucas semanas a ponte do Exército estará instalada. Vocês acham que é fácil uma tomada de decisões? Perguntou a prefeita. Nós, inclusive, já desapropriamos algumas construções naquele local onde vai passar a ponte do Exército. Por isso a União se faz necessária, para que todos saiam ganhando. O que não precisamos é de vonversa mole pra boi dormir. E não ficam ouvindo blá bla blás que levam nada a lugar nenhum. A prefeita Nilza Simas se mostrou indignada pela maneira (segundo ela) nada cordial com que seu colega, o prefeito Paulo Miller (Bombinhas) e presidente da AMFRI se posicionou com referência à ponte do 360, sobre o Rio Pequerê. Nilza disse que nunca foi até a Rádio Cidade falar dos problemas do Paulinho, que são tantos. E tascou: “O amigo, nós precisamos é de união, nós não precisamos de comemorar as vitórias ou as derrotas na política, ou principalmente fazer festa para comemorar a derrota ou a suplência do deputado Emerson, que é mais uma liderança para defender a região. Esse é o teu perfil colega, o perfil de um ser humano, do quanto pior, melhor. É o teu perfil fazer uma grande festa pra comemorar a derrota do próximo. É o teu perfil dizer que Santa Catarina elegeu o pior governador do Estado. Então, Paulinho, se coloca no seu lugar e entenda que você como presidente da Amfri não tem autonomia sobre os município, isso tambérm não te dá o direito de ponderar sobre as questões de Porto Belo e Bombinhas. Nós precisamos é de união para encontrar soluções. A solução nós arrumamos. Você não precisa chegar agora como “papagaio de pirata” aos 45′ do segundo tempo, se achando o Rei da Cocada Preta, que tem solução máquina para tudo. Pé no chão prefeito! Aí no seu município não tem nem transporte intermunicipal. Cuida um pouquinho mais de Bombinhas, que nem daquilo você não dá conta. Não é desaforando, mandando áudio, falando mal da Defesa Civil, desacreditando os técnicos e os engenheiros, são eles, não eu quem está dizendo que a Ponte está fechada. Não fique aí colocando gasolina na fogueira. Isso é feio. Nossa região precisa de união. Nós não precisamos de prefeitos feito você que faz festa debochando da suplência de um candidato que foi muito bem avaliado.


         Cel. Luiz Armando Schroeder Reis – Defesa Civil

          Não precisamos passar por situações como esta. A população precisa ser abraçada, preciosa de resolutividade, de união. E eu quero deixar aqui o meu compromisso, e dizer a todos vocês, que o estado de Santa Catarina, na pessoa do governador Jorginho Melo está conosco. Sobre o Coronel Luiz Armando Schroeder Reis (Secretário da Defesa Civil do Estado, que estava na linha com a prefeita), Nilza disse que também estavam juntos, e que ele nos garantiu que dentro de poucas semanas a ponte do Exército estará instalada. Vocês acham que é fácil uma tomada de decisões? Perguntou a prefeita. Nós, inclusive, já desapropriamos algumas construções naquele local onde vai passar a ponte do Exército. Por isso a União se faz necessária, para que todos saiam ganhando. O que não precisamos é de vonversa mole pra boi dormir. E não ficam ouvindo blá bla bá que levam nada a lugar nenhum. A prefeita Nilza Simas se mostrou indignada pela maneira (segundo ela) nada cordial com que seu colega, o prefeito Paulo Miller (Bombinhas) e presidente da AMFRI se posicionou com referência à ponte do 360, sobre o Rio Pequerê.

Redação
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Portal do notícias Folha do Estado especializado em jornalismo investigativo e de denúncias, há 20 anos, ajudando a escrever a história dos catarinenses.
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