ITAJAÍ CHEGA AOS 164 ANOS COMO POTÊNCIA DO PRESENTE DE OLHO NO FUTURO

Em comemoração ao aniversário de 164 anos de Itajaí, celebrado neste sábado (15), serão distribuídas cinco mil fatias de bolo à população. O corte do bolo será a partir das 15h, na Praça Vidal Ramos (Marco Zero),

Secretaria da Agricultura atualiza situação de cultivos de molusco no litoral catarinense

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A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural comunica a interdição de cultivos de ostras e mexilhões das localidades de Barro Vermelho, em Florianópolis, e de Praia Alegre e Armação do Itapocorói, em Penha, devido à presença de ficotoxina Ácido Okadaico – também conhecida como toxina diarreica – acima dos limites permitidos. A partir desta quarta-feira, 19, está proibido retirar e comercializar ostras, mexilhões e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia dessas áreas.

Além disso, as áreas de Barra do Aririú, em Palhoça; Ponta de Baixo, em São José e Fazenda da Armação, no município de Governador Celso Ramos permanecem interditadas.

Liberação Parcial

A Secretaria anuncia ainda a liberação parcial das localidades de Freguesia do Ribeirão e Costeira do Ribeirão, em Florianópolis. Nessas áreas estão permitidos o comércio e a retirada apenas de ostras. As outras espécies de moluscos cultivadas ainda não podem ser consumidas.

As ostras foram liberadas a partir de dois resultados negativos consecutivos para presença de toxina diarréica. O gerente de Pesca e Aquicultura da Secretaria da Agricultura, Sérgio Winckler, explica que ostras e mexilhões se comportam de forma diferente diante da concentrações de algas tóxicas, por isso a desinterdição é parcial. “Existem diferenças nos sistemas de filtração dos moluscos. A ostra concentra menos toxinas, por isso foi possível a sua liberação antes dos mexilhões”.

Interdição de áreas de cultivo de moluscos

Desde o dia 6 de agosto, algumas áreas de cultivos de moluscos bivalves vêm sendo interditadas devido à presença de ficotoxina acima dos limites permitidos. Quando consumida por seres humanos, essa substância pode ocasionar náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreia.

Monitoramento constante

A Cidasc intensificou as coletas para monitoramento das áreas de produção de moluscos interditadas e arredores. Os resultados dessas análises definirão a liberação ou a manutenção da interdição. Os locais de produção interditados serão liberados após dois resultados consecutivos demonstrando que os moluscos estão aptos para o consumo.

Santa Catarina é o único do país que faz o monitoramento permanente das áreas de cultivo. O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva, permitindo maior segurança para os produtores e consumidores.

Maricultura em Santa Catarina

Santa Catarina é o maior produtor nacional de moluscos, com 39 áreas de produção distribuídas em 11 municípios do Litoral. O setor gera mais de 1.900 empregos diretos e a produção gira em torno de 13 mil toneladas de mexilhões, ostras e vieiras.

Informações adicionais para imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-4417/ 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br

Fonte: Governo SC

Redação
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