Percepção é diante das crescentes ameaças do americano sobre a Venezuela, Cuba e México

Ainda sem alarde, as ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump passam a dividir os integrantes do governo do Brasil entre os que chancelam e os que discordam da determinação de cunhar a América Latina como “zona de paz”, em que não há produção de armas de potencial de dano massivo.
A percepção, diante das crescentes ameaças do americano sobre países como Venezuela, Cuba e México, é a de que a única lei que os Estados Unidos sob seu novo presidente respeitam, é a lei da força.
O tema está longe de ser alvo de debate público ou de estar na agenda do presidente Lula, mas passou a ser alvo de discussões informais entre ministros.
O Brasil tem capacidade de enriquecimento de urânio, o que coloca a agenda neocolonialista de Trump com base no poderia bélico dos americanos na pauta de discussão futura inadiável, se sua principal plataforma continuar sendo a expansão do poder pela ameaça da força.
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Texto: Daniela Lima




























